sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Postado por C.B.P

Nossa História
Em 2006, o Espírito Santo revelou ao Pr Izaias dos Santos um ministério alem dos limites colocados por regras e sistemas humanos, do ministério que pertencia até então. A partir daí o Espirito Santo começou a trabalhar de uma forma diferente mexendo em todas as áreas da vida capacitando-o para uma missão ministerial que até então só estava começando, após um longo e trabalhar de Deus o espírito Santo começou a descortinar um ministério que abrange a revelação de Deus em várias áreas: adoração pessoal , vida espiritual, ministério profético, vida pastoral e liderança para a nação brasileira e uma vida alem de tudo envolvida com missões urbanas e isso desencadeou uma revelação de ;palavras proféticas específicas que fazem parte de uma grande promessa de Deus para a nação brasileira.

Logo em Janeiro de 2008, o Senhor começou a sonhar na vida do Pr. Izaias dos santos hoje . O nome “COMUNIDADE BRASILEIRA DA PAZ” foi escolhido por ter sido o maior objetivo de JESUS quando esteve na terra, hoje Ele está nos usando para promover e semear e profetizar a nação Brasileira esta paz e tornar-la realidade através de nossas vidas, hoje graças a Deus é uma realidade a COMUNIDADE BRASILEIRA DA PAZ, graças ao casal de Pastores Eulires e Custodia dos Santos pais do Pastro Izaias os quais deram a Benção de Deus a este ministério dando o inicio a esta grande obra. O Brasil está a poucos passos do cumprimento de tremendas profecias e promessas de Deus e nos estamos tornando isso realidade no norte do Paraná

Entendemos que nosso ministério é peculiar. Deus escolheu e chamou o Ministério COMUNIDADE BRASILEIRA DA PAZ para zelar pela sua palavra e elevar uma verdadeira vida de ADORAÇÃO, SANTIDADE, INTIMIDADE E REINO. Nosso trabalho não se trata de só de uma denominação ou igreja local e também muito menos uma religião. Fomos chamados para cuidar de vidas. Somos voltado ao alcance de pessoas que vivenciam culturas peculiares, maneiras especificas de enxergar a vida, que vivem a margem dos padrões culturais estabelecidos pela sociedade. Nosso principal alvo é a juventude urbana que não se encaixa nos moldes da cultura dominante, mas também estamos abertos a todas as idades, níveis sociais e culturais.Vários movimentos de libertação têm surgido nas ultimas décadas, movimento Hippie, movimento Punk, movimento hip-hop, movimento Gay, liberação sexual, que são alguns desses gritos por mudanças e respostas. E no meio dessa sociedade injusta, o que resta é a descrença, a falta de esperança, no sistema e nas instituições gerando o individualismo como forma de sobrevivência. A nossa missão é dizer a esse mundo, que já ouviu falar de Jesus, que Ele está acima e é muito mais que os religiosos, bem ou mal, conseguiram mostrar. É preciso mostrar que Cristo é a possibilidade, o exemplo e a consumação do perdão, da justiça e da verdadeira paz e amor que a humanidade sempre procura. Cristo aqui na terra, ele não só reviveu como também se transformou. Foi por meio da cruz que ele pode ressurgir com uma nova vida. O exemplo deixado a Ele a ser seguido não está em uma religião, conceitos, doutrinas humanas, e sim na vida que recebemos Dele, a única apta pra mudar o que é imutável em nós, meros mortais. Em meio a todo esse caos que nos cerca, onde a maioria tem em comum a negação da sociedade, principalmente do sistema capitalista, e que pra muitos deles, o cristianismo, também faz parte deste sistema de injustiças, assim muitos chegam a pensar que Deus é injusto, passivo ou ausente. O nosso desafio é destruir esse engano e mostrar que Deus é contra todo o caos, corrupção, injustiça, opressão, discriminação, miséria... Buscamos sem fronteiras semear os princípios do reino de Deus. Nos nossos Cultos temos fluxos de pessoas diversas e não temos a pretensão de focalizarmos só um estilo e sim a todos, levando os a uma vida de ADORAÇÃO, SANTIDADE, INTIMIDADE E REINO.



quarta-feira, 26 de agosto de 2009

EM CONDICIONAL?

Postado por C.B.P



Quando um prisioneiro é perdoado, ele está completamente livre. Porém quando é posto em liberdade condicional, ele sofre algumas restrições. Tais restrições entre outras são ter que se apresentar ao juiz em dia e hora marcada, não poderá freqüentar alguns lugares, etc.. Esta é a principal diferença e não é nada agradável ter que cumprir essas condições ( embora pra quem estava preso, isto seja um grande alívio). Mas isto incomoda mais ainda quando pessoas se comportam assim sem a necessidade, ou seja, sem ter que cumprir tal condição. Você pode estar se perguntando, quem é louco pra querer viver assim? A resposta é simples, os cristãos. Muitos cristãos falam e se comportam como se essa fosse sua condição, viverem em condicional, como se Jesus fosse agente de condicional!! Romanos 3.23-31, Deus mostra que todos pecaram, mas Jesus nos declarou sem culpa de todos os erros cometidos antes de aceitarmos viver uma vida com Ele, assim como esta escrita no verso 24, Cristo nos justificou. Deixo bem claro que não falo de liberdade de sentimentos, embora, sejamos livres também disso em Cristo, mas falo de costumes dentro das igrejas. Coisas assim que nos afastam e não nos faz permitir que outros também alcancem a presença de Deus. Nossa cultura nos faz ler a bíblia como se ela fosse uma carta de condicional e não como orientações de sabedoria e expressão de amor, escrita por Deus. Ensinos nos obrigam a viver como se tivéssemos que pagar o que Jesus nos fez através de obras e palavras sem valor. Cristo nos redimiu, e redenção significa que um preço tem que ser pago, e Ele pagou por nós o que temos é gratidão e amor pelo por tudo o que nos foi dado. A liberdade oferecida por Cristo não é só uma figura de linguagem, e tão pouco uma autorização para ir e vir, mas sim podermos escolher entre ser ou não seus amigos. O que não ocorre com muitos cristãos, e tenho certeza isso magoa o coração de Deus, ver tantos filhos se oprimindo e deixando de viver a alegria e amor que Ele nos proporciona. Aos olhos de Deus os cristãos estão completamente libertos do peso do pecado, e mais ainda, Ele os aceita como estão, recebe-os em sua família como filhos e herdeiros. Ai!!! Você que odeia a Deus e O culpa por tudo que acontece com você e com o mundo, saiba que Ele também entregou Seu filho por você. Tudo o que fazemos ,seja o que for, tem que ter uma só motivação: agradar a Deus. E agradá-Lo quer dizer em tudo mesmo, desde ir ao shopping, ao cinema, a churrascaria, a cachoeira, a igreja, fazer manobras de skate, cantar, dançar ou em casa com família e amigos, fazer por amor sim, pra nos alegrarmos em Deus e pra Deus. Liberdade é isso, é fazer tudo por amor. E falar do amor de Deus aos amigos é uma boa demonstração de liberdade em Cristo.
THIAGO

quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Postado por C.B.P


quinta-feira, 9 de abril de 2009

PEQUEI E AGORA?????

Postado por C.B.P

Mesmo sabendo das consequências de cada ato errado, nós seres humanos muitas vezes temos a mania de não dar a mínima, pois o desejo de fazer é sempre maior do não fazer.
Alguns são obcecados pela adrenalina do que é errado, escondido e proibido e usam como esconderijo de suas fraquezas os becos, o famoso cantinho escuro e o quarto trancado aonde ninguém pode ver, dentre outros lugares. O vício do errar leva à uma pulsação constante de sempre querer mais, abugalhando os olhos e revelando a fome da carne e o grito da alma, tornando uma obrigação pecar, mostrando que o prazer é bem maior e que está no controle de nossas vontades.
Famintos muitos vão ao extremo de suas vontades, tornado loucura alguns atos mesmo parecendo algo suicida, cavando sua própria cova para apenas saciar-se. Na bíblia diz:
"Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo." 1 João 2:16
O prazer deste mundo esta na vitrine da loja do pecado, portanto devemos abandonar os prazeres deste mundo, pois não procede do Pai, como diz o versículo. Todos nós sabemos que não é fácil abandonar o mundo, especialmente quando alguns prazeres são vícios, a solução está em ir até Jesus:
"Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei." Mateus 11:28
Jesus ele é o único que pode preencher o nosso vazio e substituir nossos erros viciosos por algo que gera vida e não prisão e vício.




segunda-feira, 6 de abril de 2009

NOSSA IDENTIDADE

Postado por C.B.P


. O Cristianismo possui três ramificações: ortodoxa, romana e protestante. Nestas três há salvos e não salvos. O Reino de Deus é maior que as igrejas Ortodoxas, Romanas e Protestantes. O Senhorio de Jesus Cristo e o Reino de Deus estão acima de todas as denominações e nomenclaturas cristãs.
. Nossa identidade cristã é o próprio Senhor Jesus Cristo, a Palavra de Deus e o Espírito Santo.6. A palavra ICHTHUS é a tradução no grego antigo para PEIXE. O peixe é o símbolo da igreja cristã primitiva e continua sendo usado por algumas denominações cristãs da atualidade. É um acróstico da expressão “Iesus Christos Theou Uios Soter”, que quer dizer “Jesus Cristo, Filho de Deus, Salvador”.
. A palavra “igreja diferente” é um convite para uma introspecção pessoal para cada pessoa refletir sobre o modelo de igreja que somos hoje e o modelo de igreja que deveríamos ser segundo o projeto original de Deus no Novo Testamento.
PR. IZAIAS C.B.P
ROLÂNDIA-PR

sexta-feira, 3 de abril de 2009
Postado por C.B.P




quinta-feira, 26 de março de 2009

O DIVÓRCIO

Postado por C.B.P


Nós lemos Mateus 5: 31 e 32 e pensamos nele com nossas categorias ocidentais, posteriores à predominância política do Cristianismo sobre este lado do planeta, impondo não uma nova consciência, mas apenas uma nova Moral. Todavia, quase nunca levamos em consideração o contexto no qual Jesus disse esta palavra. Naqueles dias, embora a poligamia e a bigamia—tão constantes no Antigo Testamento— ainda existissem, desde o exílio em Babilônia que ela vinha diminuindo—por questões econômicas, como é obvio! Todavia, ainda que ambas não fossem a norma para a maioria, na prática, no entanto, era ainda uma consciência prevalecente. Prova disso é que em João 8, no episódio da mulher adultera e Jesus, não se apresenta o “homem” com quem essa “adultera”, adulterara. “Ele”, o homem, estava isento das pedradas. Mas a mulher estava lá, seminua ou nua, exposta a todos. Portanto, quando Jesus diz que a Lei dizia que um homem poderia des-cartar a sua mulher dando-lhe uma carta de divórcio, Ele falava isto a uma assembléia machista, que praticava isto com muita alegria e facilidade. Tudo era motivo para se divorciar. Literalmente, por qualquer motivo, como vemos em Joaquim Jeremias e outros especialistas ( Mt 19:3) Isto para não falarmos na briga doutrinária que havia, nos dias de Jesus, entre as escolas de Shamai e Hillel em relação ao tema em questão. Era o reino da banalidade relacional. Nesse caso, o que Jesus diz, levando-se em consideração o “contexto historio”, é basicamente o seguinte:
1) Se, para vocês, a mulher é adúltera quando trai o seu marido, dando-se fisicamente a um homem, todavia, vocês, os homens, cometem muito mais adultério pelo modo “natural” como olham e desejam mulheres (MT 5: 28);
2) Neste mundo onde o homem “descarta” a mulher—ela sem direitos a mesadas e a patrimônio, estigmatizada pela Moral vigente e, praticamente, entregue a sobreviver como pudesse—a única clausula, de permissão ao divorcio era se a esposa traí-se o marido; ou seja: “... em caso de adultério” (5: 32b). Nessa caso, o homem poderia dar a ela carta de repudio e divorcio. Naqueles dias, mulheres não se divorciavam dos homens. Era a Lei.
3) A razão, portanto, tinha a ver com o estigma que a “repudiada”, a divorciada, carregaria, naquela sociedade, daí para frente. Ao homem era permitido—por qualquer motivo—desamparar a esposa, repudiando-a, e, então, depois disto, era-lhe “lícito” escolher outra mulher e seguir adiante com sua vida. Não era sempre bigamia, mas era sempre uma monogamia sucessiva. Ela era extremamente praticada até que Shamai, um rabino, se levantou contra aquela injustiça, discutindo os “motivos justos para dar uma carta de divorcio”, que, à semelhança de Jesus, para ele, também era o adultério.
Todavia, a preocupação era com o estado de desamparo no qual ficava a mulher repudiada-divorciada, pois, para todos, ela passava a ser fadada a nunca mais amar ninguém e nem ter ninguém, apenas porque alguém não a quis mais, por qualquer motivo. Esta é a razão pela qual Jesus—após denunciar o adultério subjetivo de todos os homens—diz que a preocupação era com expor a mulher a tornar-se adultera (Mt 5: 32c), e, também com “aquele” que, porventura, à ela se ajuntasse, pois, ele também, passaria a ser visto como o marido da repudiada.
Numa sociedade onde o homem tinha todos os privilégios, incluindo o de ter uma segunda esposa caso a pudesse sustentar, descartar a esposa e entrega-la ao mundo com uma letra R, de Repudiada, escrita na testa, e, ainda, esperar que ela vivesse de vento, expunha-a a tornar-se adultera—fosse pela necessidade de ser sustentada por alguém, fosse pela realidade de ter encontrado alguém. Assim, em Mt 5: 27-28, Ele iguala a todos no nível do adultério subjetivo.
Já em Mt 5: 31-32, Ele nos mostra como uma vítima da dureza de coração de um homem—que descarta e não cuida da vida humana que ao seu lado esteve—pode, numa sociedade regida pela Teologia dos Fariseus, ser ainda mais des-graçada. O “repudio” do homem tornava a mulher, no mínimo, uma “repudiada” e, no caso dela prosseguir com a vida—sem ter que se entregar à mendicância—,a exporia a ser vista, para sempre, como adultera. Dessa forma, Jesus afirma duas coisas: primeira, a seriedade do vinculo entre dois seres humanos numa relação de casamento; e, a segunda, a possibilidade de que a alma humana pudesse se endurecer tanto, que usasse a do outro, e depois, simplesmente a descarta-se, sem cuidado e sem proteção. Em outras palavras: Jesus não entrou na questão da Lei—até Moisés teve mais de uma esposa—, mas na questão da misericórdia, e, sobretudo, no tema da descriminarão Moral do infeliz; e, também no tema da Teologia dos Fariseus e a sua dureza predatória— suas Leis de causa e efeito da infelicidade—, que, naquele caso, era uma Lei animal, que tratava a companheira como lixo. E por que digo isto? Por duas razões:
1) Porque é o que vejo no trato de Jesus com as mulheres de todos os tipos de vida durante os Evangelhos. Quase todas elas vinham de vidas infelizes, mas todas foram absolutamente acolhidas, a Samaritana, inclusive, com seu “companheiro”, acerca de quem Jesus disse: “...chama teu marido e vem cá...”
2) Minha leitura da Bíblia, toda ela, está irremediavelmente ligada à única chave hermenêutica que eu creio que é absoluta: “O Verbo se fez carne”—essa é a chave hermenêutica! Logo é no Verbo Encarnado, Jesus, onde vemos o Verbo virar Vida, em todos os sentidos. Ora, isto nos leva não a ler o que Jesus disse e , para melhor entender o texto, fazermos uma exegese da passagem. Ao contrário: isto nos leva a ler e ouvir o que Jesus disse, e, ver, nos evangelhos, como Ele encarnou aquele Verbo.
Ora, quando fazemos isto, não temos mais o Evangelho que Jesus falou e nós “interpretamos” como bem desejamos; e o Evangelho que Jesus viveu, que nós usamos para nos inspirar na fé na fé. E esquecemos que são naqueles encontros com a vida que cada um de Seus ensinos—literalmente, cada um deles—, teve sua verdadeira interpretação. Jesus nunca ensinou aquilo que Ele não encarnou, como manifestação da Graça! A tentativa de fazer exegese das falas de Jesus, e não levar em consideração como Ele tratou as pessoas pelo caminho, é audaciosa, pois, coloca-nos como “os interpretes da Lei”: com a Chave da ciência debaixo do braço, pondo-nos numa posição na qual Jesus pode ser esquizofrenizado pelas nossas doutrinas e Teologias; ou seja: ensinando uma coisa—geralmente legalista em seus conteúdos—, conforme nós “interpretamos” as falas de Jesus; enquanto, também evangelizamos, falando do modo misericordioso como Jesus tratou com amor os pecadores. O problema é que, na maioria das vezes, o Jesus que encontra pessoas pelo caminho—gente de todo tipo—, não combina com as “interpretações” que fazemos de Suas Palavras. Quem é que está com problemas? Seria Jesus um “esquizofrênico”? Seria Ele como os fariseus, que diziam e não faziam? Ou como os “interpretes da Lei”, que punham fardos pesados sobre os homens que eles nem com o dedo queriam tocar?
Ou nós é que continuamos sofrendo da doença deles? Responda-me: Crendo que Jesus é o Verbo encarnado, como você interpreta o que Ele disse? À luz dos ensinos de nossos interpretes da Lei? Ou, quem sabe, para o seu próprio bem, conforme o Verbo Encarnado em Jesus! Jesus é a Palavra sendo interpretada aos nossos olhos! Afinal, o Verbo se fez carne e habitou entre nós...e vimos a Sua Gloria...!

Caio
Fabio

terça-feira, 17 de março de 2009

Deus não quer Musicalidade

Postado por C.B.P


Falhamos quando pensamos que Deus está à procura de músicas lindas, arranjos bem executados e acordes complexos.Muitas vezes não compreendemos que nosso grau de musicalidade não vale nada perante Ele. Deus não está a procura de pessoas talentosas e muito menos deseja seus talentos. Ele quer corações! Deus deseja encontrar corações contritos, humildes e que O amem de verdade. Não importa se estou executando um dó maior ou cantando duas oitavas acima, se meu coração não está "executando" a verdadeira adoração ao Pai, estou perdendo tempo.É evidente, que a verdadeira adoração requererá o meu melhor. É no meu melhor Deus se compraz e se agrada. Por isso, quando você for oferecer algo ao Senhor, ofereça nada mais que o teu melhor. Se o teu melhor é executar três acordes, então execute os três acordes.Se o teu melhor é executar oito acordes dissonantes e três consonantes, execute-os. Mas, lembre-se, perante Deus esta diferença técnica não fará diferença alguma. Todavia, não caia na mediocridade de dizer: "Para Deus qualquer coisa vai!". Quem profere este tipo de frase joga na cara de Deus que Ele não merece nenhum um pouco de esforço! Ofereça o teu melhor com sinceridade e pronto!Querido irmão, siga o meu raciocínio. O que faz Deus descer da Sua glória e majestade, onde está rodeado por anjos prostrados em adoração constantemente, para ouvir o seu Zé tocar um violão desafinado num culto de terça-feira à tarde? Será que é o seu talento? Será que é o seu grau de musicalidade? É óbvio que não!!! O que faz Deus escutar o louvor do seu Zé é a postura de seu coração, que é sincero, humilde e agradável aos Seus olhos! É a retidão de seu Zé que atrai a atenção de Deus. Não é exatamente isso que os versos de João 4.23,24 nos ensinam? Só para comentar, lá diz que Deus procura verdadeiros adoradores, não adoradores talentosos! Então, Deus não quer músicos bons, cantores super afinados, e corais que conseguem dividir as vozes em todas as classificações possíveis... se fosse assim, Tom Jobim teria se convertido !?! Querido, reflita no parágrafo abaixo.Os melhores corais que existem estão no céu, louvando a Deus. Os melhores músicos estão ao redor de Deus em adoração. Os bateristas e percussionistas mais rápidos que existem são celestiais. Deus é o melhor músico que sempre existiu, de eternidade à eternidade e dizem que o segundo melhor se desviou. Realmente, o nível musical do céu não é brincadeira! Sabendo isto lanço um questionamento: Há alguma coisa que possamos fazer aqui no planeta Terra, que não haja melhor lá no céu? Será que existe algo que possamos fazer que seja comparável ao que os seres celestiais estão oferecendo a Deus neste exato momento? Será que o som dos melhores equipamentos de áudio disponível nas igrejas de hoje chega aos pés do glorioso som produzido no céu? Não irei responder a estas perguntas...Querido irmão, o louvor e a adoração que oferecemos a Deus dependem unicamente de duas coisas: nossa motivação e o estado do nosso coração. Não dependemos de profunda teoria musical para agradar ao Pai. Aliás, não dependemos de teoria musical alguma. Simplesmente, façamos o possível para oferecer o nosso melhor. Deus não está interessado no teu pior, muito menos no teu melhor insincero. Agora podemos compreender com mais clareza que Ele não está à procura de músicas lindas, arranjos bem executados e acordes complexos. Ele está a procura de corações. Ele procura corações que "executam" uma verdadeira adoração. Se você tiver alguma dúvida sobre esta questão, pergunte a Jesus.Foi Ele quem disse isso.
Ramon Tessmann